Luanda acolhe 3.ª edição da Iniciativa da Aliança das Civilizações das Nações Unidas
Luanda será palco, nos dias 16 e 17 de Julho, da realização da 3.ª edição da Iniciativa da Aliança das Civilizações das Nações Unidas (UNAOC) – um “Apelo à Paz, ao Fim das Guerras e ao Respeito pelo Direito Interna-cional”, uma plataforma de reflexão, cooperação e compromisso entre nações, organizações internacionais e a sociedade civil para a construção de um mundo mais justo e pacífico.
A sessão solene de abertura será dirigida pelo Presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, na qualidade de Campeão para a Paz e Reconciliação em África e contará com a participação de Altos Dignatários de Estados e de Governos, das Nações Unidas, figuras religiosas, líderes juvenis, representantes da sociedade e demais intervenientes.
A cimeira será uma oportunidade de reflectir sobre os caminhos concretos para a promoção, preservação e valorização da paz e da cooperação internacional, com o objectivo de:
* Sensibilizar sobre a urgência de pôr fim às guerras e aos conflitos violentos, assegurando o respeito pelo direito internacional;
* Mobilizar partes interessadas na promoção de soluções pacíficas para conflitos internacionais;
* Advogar pelo silenciar das armas e dar voz a estabilidade e a solução pacífica dos conflitos;
* Promover o papel das mulheres, dos jovens e do desporto, na prevenção e resolução de conflitos;
* Reforçar os compromissos internacionais na promoção e consolidação da paz;
* Transformar a narrativa global, de violência e da militarização, e promover a paz como instrumento de desenvolvimento;
Ao reunir diferentes sensibilidades e experiências, a iniciativa, que prevê a realização de uma Cimeira da Aliança a Paz e Mesas-Redondas Temáticas Interactivas, procura reforçar a convicção de que a paz continua a ser a base indispensável para o desenvolvimento sustentável, a prosperidade das nações e o bem-estar das populações.
Num momento em que o mundo enfrenta desafios crescentes relacionados com conflitos armados, tensões geopolíticas e ameaças à estabilidade internacional, Angola volta a afirmar-se como um importante espaço de diálogo, reconciliação e construção de consensos em prol da estabilidade mundial.












