Ministro Rui Miguéns de Oliveira reafirma compromisso de Angola com a assistência técnica relacionada com o desenvolvimento do Comércio
Angola reafirmou, esta sexta-feira, 27, em Yaoundé, República dos Camarões, o seu compromisso com a assistência técnica relacionada ao comércio, desenvolvimento de capacidades e ajuda para o Comércio.
A posição foi manifestada pelo ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguéns de Oliveira, que falava numa reunião da coligação de ministros do comércio sobre o clima, representando economias de todas as regiões do globo reunidas na XIV Conferência ministerial da Organização Mundial do Comércio (MC14).
Na ocasião, sublinhou que, os países em desenvolvimento e os menos desenvolvidos, devem ser apoiados para implementarem estratégias de comércio e clima que apoiem a adaptação, resiliência e transições justas e equitativas.
O ministro referiu que para mitigar os impactos acelerados das mudanças climáticas, a política comercial deve desempenhar um papel crucial no apoio à mitigação e adaptação às mudanças climáticas, ao mesmo tempo que promove o desenvolvimento sustentável.
“Desde o lançamento da coligação, temos trabalhado para elevar o papel do comércio nas discussões climáticas e para eliminar as barreiras entre as comunidades de comércio, clima e finanças”, referiu.
Exortou para o engajamento ministerial conjunto e da participação em fóruns internacionais importantes que, fortalecem a compreensão de como um comércio aberto, previsível e inclusivo pode contribuir para a resiliência climática, transformação económica e crescimento sustentável.
Apelou para mais engajamento e esforços na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre a relação entre comércio, mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável.
Nesse sentido, manifestou o apoio de Angola ao trabalho em andamento na OMC sobre medidas climáticas relacionadas ao comércio, com o objectivo de aprimorar a transparência, coerência e interoperabilidade dessas medidas, considerando a dimensão do desenvolvimento.
O governante também enfatizou o papel indispensável do sector privado, incluindo micro, pequenas e médias empresas na obtenção de resultados climáticos favoráveis ao desenvolvimento.












