19 de April, 2026
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Consulado-Geral de Angola no Porto promove diálogo com empresários angolanos para fortalecer empreendedorismo

O Consulado-Geral de Angola no Porto, promoveu, nos dias 14 e 17 de Maio, no âmbito das celebrações dos 50 anos da Independência de Angola, dois encontros com empresários angolanos e comunidade em geral para fortalecer o empreendedorismo e a unidade da diáspora.

O encontro juntou empresários angolanos, líderes comunitários e o corpo diplomático, com o objectivo de discutir os desafios e oportunidades para o empreendedorismo luso-angolano.

O evento, que integra uma série de iniciativas para celebrar o Jubileu de Ouro da Independência angolana, foi liderada pela Cônsul-Geral de Angola no Porto, Dulce Gomes, que destacou: “Este é um ano histórico para Angola e queremos celebrá-lo não apenas olhando para o passado, mas construindo um futuro onde nossa diáspora seja protagonista do desenvolvimento económico e cultural.”

A Cônsul-Geral conduziu o encontro com foco na escuta ativa das demandas dos empresários e na articulação de soluções práticas.

“O empreendedorismo angolano é um pilar estratégico para fortalecer os laços económicos entre Angola e Portugal. Nosso papel é facilitar processos, remover barreiras e garantir que a comunidade tenha acesso às ferramentas necessárias para prosperar”, acrescentou a diplomata.

Olavo Silva Ferreira, presidente da Associação Laços Angolanos no Porto (LAP), por seu turno, destacou que “os 50 anos de Independência são um marco para reflectir sobre o que já conquistámos e o que ainda queremos alcançar. Este diálogo é um passo concreto para garantir que a comunidade angolana em Portugal continue a crescer, e se integre verdadeiramente”

A Cônsul-Geral enfatizou que o evento integrou uma agenda ampla de celebrações que inclui feiras culturais, programas de formação profissional alinhados às necessidades do mercado luso-angolano, eventos bilaterais para fortalecer parcerias económicas durante o ano jubilar e exposições culturais, entre outras iniciativas.

Em debate estiveram questões como os obstáculos para o transporte de mercadorias de Angola para Portugal, a falta de mão-de-obra qualificada entre a comunidade e o tão esperado regresso dos voos diretos de Luanda para o Porto.

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