Embaixador José Patrício defende diálogo permanente com comunidade angolana no Reino Unido
A comunidade angolana radicada no Reino Unido merece especial atenção do Embaixador José Patrício que garante diálogo, inclusão, integração e reforço do apoio consular.
O diplomata manifestou a aposta, nesta sexta-feira 20 de Junho, num encontro com os líderes da comunidade angolana residente no Reino Unido nas instalações do Consulado-Geral de Angola em Londres.
O Embaixador abriu a porta ao diálogo, ouviu as preocupações e sugestões dos líderes das associações comunitárias. Mais do que se apresentar à comunidade, o diplomata deu nota do início de uma nova era, sendo preciso congregar todos os angolanos residentes no Reino Unido em prol do seu bem-estar e da Pátria.
“É necessário esse espírito de diálogo, de abertura e de comunhão. Temos um ano desafiante e estimulante que é a celebração do 50.º aniversário da Independência Nacional, pelo que todos devem estar envolvidos nesta tarefa”, frisou.
A líder da comunidade em Manchester, Amélia Rescova, destacou a aproximação com a Embaixada e com o Consulado Geral em Londres como ventos de uma nova etapa, já que existe uma boa interação e no atendimento das solicitações para a emissão de documentos de identificação e não só.
De Leeds, a líder comunitária, Carla Félix colocou a preocupação sobre filhos de alguns angolanos que emigraram há muito tempo sem certidões, bilhetes de identidade e passaportes. Ainda assim, saudou a boa interligação com o Consulado Geral que tem contribuído para a resolução destes casos.
Quanto aos angolanos radicados na Irlanda, o líder da União das Associações de Angolanos, com sede na capital Dublin, António Manuel, apelou ao Governo no sentido de cadastrar os quadros na diáspora de modo a facilitar o seu recrutamento e enquadramento nos mais variados sectores da economia do país.
Os líderes comunitários foram recebidos individualmente pelo Embaixador José Patrício que prometeu “fazer um roteiro a cada uma das capelinhas para os conhecer, onde estão, como estão e que ajuda possam eventualmente necessitar”.
“Depois de entregar as Cartas Credenciais a Sua Majestade, vim receber as credenciais da nossa comunidade”, enfatizou.
O Consulado Geral regista cerca de 18 mil angolanos, mas admite que possam existir até 45 mil, sendo que grande parte precisa de se cadastrar.
Participaram também no encontro diplomatas da Embaixada e do Consulado Geral no Reino Unido.










