Ministro da Indústria e Comércio chefia delegação que participou na inauguração da Exposição Internacional de Importações da China
O Ministro da Indústria e Comércio da República de Angola, Rui Miguêns de Oliveira, a frente de uma delegação de altos funcionários do seu gabinete e mais de 140 empresários participou nesta quinta-feira, 05 de Novembro, na inauguração da Nona Edição da Exposição Internacional de Importações da China (CIIE), em Shanghai, leste da China, e que foi presidida pelo vice-primeiro-ministro chinês Ding Xuexiang que na ocasião realçou a importância estratégica do evento num discurso dirigido aos presentes.
A Nona Edição da Exposição Internacional de Importações da China (CIIE) – 2026, vai manter as suas portas abertas até ao dia 10 do corrente e atraiu cerca de 4.142 expositores internacionais, incluindo mais de 300 empresas da Fortune Global 500, e mais de 480 produtos estão programados para fazer sua estreia mundial, asiática e no mundo durante a exposição de 2026, o maior número da sua história das edições realizadas até ao momento.
A CIIE – 2026, possui cerca de 440 mil metros quadrados este ano, e por sua vez Angola, dispõe de um pavilhão de 113 metros quadrados, e conheceu no seu primeiro dia um número considerável de visitantes interessados em dialogar e obter informações sobre o país, prevendo-se que venha conhecer um fluxo mais elevado de visitantes nos próximos dias.
Reconhecida como uma das principais plataformas internacionais de promoção do comércio e de abertura do mercado chinês aos produtos e serviços internacionais, a CIIE, constitui um espaço privilegiado para o estabelecimento de parcerias estratégicas, aproximação entre mercados e identificação de oportunidades de negócio.
A participação angolana enquadra-se nos esforços de promoção das potencialidades económicas e empresariais do país, visando ampliar as oportunidades de cooperação, atrair investimento e fortalecer a presença de Angola, nas dinâmicas do comércio internacional.
A presença do Ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguêns de Oliveira, enquanto representante governo de Angola, confere expressão institucional à participação nacional nesta plataforma, reforçando o interesse do país no aprofundamento das relações económicas e comerciais com a República Popular da China.
A Embaixadora da República de Angola, na República Popular da China, Dalva Ringote Allen e funcionários diplomáticos da Missão angolana em Beijing, acompanharam o titular da pasta da Indústria e Comércio.
Criada em 2017 e realizada anualmente desde 2018, a CIIE tem como objectivo proporcionar as empresas estrangeiras maior acesso ao vasto e crescente mercado chinês. As últimas oito edições atraíram mais de 180 países, regiões e organizações internacionais e testemunharam o lançamento de mais de 3.400 novos produtos, tecnologias e serviços, enquanto o valor dos acordos acumulados atingiram cerca 580 mil milhões de dólares.
Num outro momento e a margem da inauguração da Nona Edição da Exposição Internacional de Importações da China (CIIE), em Shanghai, foi assinado um acordo entre a Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola (AIPEX) e a Sucursal de Luanda do Banco da China.
Rubricaram o documento Jerónimo Pongolola, Administrador Executivo da AIPEX e Ni Bing, Presidente da Sucursal de Luanda do Banco da China.
O acto foi presenciado pelo Ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguêns de Oliveira, a Embaixadora angolana na China, Dalva Ringote Allen e o Presidente da Câmara de Comércio Angola China, Luís Cupenela, enquanto que pela parte chinesa, a entidade mais alta esteve Yang Jun, Vice-Presidente Executivo do Banco da China entre outras individualidades.
A assinatura deste documento marca uma nova etapa no aprofundamento da cooperação entre as duas partes, esperando que as mesmas aproveitem ao máximo para promover a articulação de projectos de grande relevância sobretudo para Angola, as empresas nos seus investimentos e operações transfronteiriças contribuindo para o desenvolvimento das relações económicas e comerciais entre Angola e a China, bem como o apoio a diversificação da economia angolana.










