Vistos de permanência preocupam doentes de junta médica na África do Sul
Doentes de Junta Médica na África do Sul que entraram para o país com vistos de turismo estão preocupados com a sua situação migratória. A maioria vive restrições de movimentação pela cidade por receio de serem interpelados e deportados pela polícia.
Outros, por terem excedido o tempo permitido de permanência de 30 dias, não poderão voltar à África do Sul, por um ano, vendo inviabilizados os seus tratamentos continuados.
Estas preocupações foram expressas pelos utentes da residência de doentes de Junta Médica, em Pretória, durante a visita de trabalho efectuada ao local, na tarde de desta segunda-feira 13 de Abril, pelo Secretário de Estado para Administração, Finanças e património do Ministério das Relações Exteriores, Osvaldo Varela, acompanhado do Embaixador de Angola na África do Sul, João Baptista Quiosa, durante a qual o governante tomou contacto com a metodologia de funcionamento do Sector de Saúde junto da Embaixada de Angola na África do Sul.
As autoridades sul africanas exigem que as pessoas que se desloquem para o seu país em tratamento médico devam obter, junto da sua embaixada, em Luanda, um visto de saúde que os permite estar na África do Sul entre três a Seis meses.
No entanto, para os doentes que já se encontram em situação irregular, démarches diplomáticas estão a ser feitas junto das autoridades locais no sentido de se regularizar a situação.
Constatou-se, com agrado, que estão a ser criadas condições para a melhoria das condições de habitabilidade da referida residência, apesar dos constrangimentos financeiros que vive o Sector da Saúde junto da Embaixada de Angola em Pretoria












