4 de October, 2026
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Ministro dos transportes participa na Segunda Reunião de Coordenação do Corredor do Lobito

O ministro dos transportes, Ricardo de Abreu, chegou hoje, domingo, a Lusaka, República da Zâmbia para participar na Segunda Reunião de Coordenação do Corredor do Lobito que decorre de 5 a 6 de outubro.

Recebido no Aeroporto Internacional Kenneth Kaunda pelo Embaixador de Angola na República da Zâmbia, Albino Malungo, o ministro Ricardo de Abreu vai participar nas discussões sobre o Corredor do Lobito com foco principal nas acções práticas do projecto com prazos de entrega para os próximos 6 a 24 meses.

A delegação angolana chefiada pelo ministro dos transportes é integrada pelo Secretário de Estado para o Investimento Público do Ministério do Planeamento, Ivan dos Santos, Secretário Executivo da Agência para a Facilitação do Transporte de Trânsito do Corredor do Lobito (LCTTFA), Amadeu Nunes e membros da Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA).

Organizado pelo Banco Mundial em parceria com o Governo da Zâmbia, o encontro vai abordar um roteiro conjunto para a facilitação do comércio, planos directores de desenvolvimento, as operações da Lobito Atlantic Railway e o programa de trabalho institucional da Agência de Facilitação de Trânsito e Transporte do Corredor do Lobito.

A reunião, que deverá ser aberta pelo Presidente da República da Zâmbia, Hakainde Hichilema, vai contar com representantes da República Democrática do Congo (RDC), do Banco Mundial, parceiros de desenvolvimento e partes interessadas do sector privado para promover a implementação de um dos principais corredores emergentes de comércio e investimento da África.

Esta segunda reunião de Coordenação do Corredor do Lobito tem como objectivo avançar com o plano estratégico de transformar o corredor numa rota econômica integrada, acelerando investimentos em infraestrutura e facilitando o comércio transfronteiriço.

Para a Zâmbia, este projecto intercontinental é considerado um pilar de estabilidade macroeconômica, pois encurta consideravelmente o escoamento de minerais e produtos agrícolas (como milho e soja) em direcção ao Oceano Atlântico através do porto angolano de Lobito.