Selecção júnior feminina de andebol está na China para disputar o Campeonato do Mundo
A equipa angolana júnior feminina de andebol chegou hoje à capital chinesa, Beijing, para a disputa do Campeonato Mundial Feminino Júnior da modalidade, que se realiza entre 24 de junho a 5 de julho, na região de Jinzhong, província de Shanxi, norte da China, região da Ásia Oriental.
No Aeroporto Internacional de Beijing, as jogadoras angolanas foram recebidas a porta da aeronave pela embaixadora Dalva Ringote Allen e por diplomatas angolanos, acreditados na República Popular da China. Na ocasião a Chefe da Missão angolana, saudou a delegação e transmitiu palavras de encorajamento e sucesso neste importante e difícil desafio mundial, apelando ao mesmo tempo que as atletas representem o país de forma condigna, joguem com humildade e cumpram escrupulosamente as orientações dos treinadores.
A equipa nacional pernoita em Beijing, e segue a cidade de Jinzhong sede do mundial, as 6 horas da manhã. O campeonato conta com a participação de 32 seleções reunindo os maiores talentos da modalidade, e que já brilham em grandes clubes europeus.
Em entrevista aos meios de comunicação social a capitã da equipa nacional, Balbina Nunda, disse que o conjunto nacional veio à China, preparado com a moral alta e o seu objectivo principal visa representar Angola, de forma positiva e chegar o mais longe possível, numa prova que se prevê muito disputada e com um nível desportivo muito exigente. Integrada no grupo B, Angola joga na estreia contra a Áustria, no dia 24 de junho, segue a Servia, no dia 25, e o Paraguai no dia 27. Oito grupos vão disputar a primeira fase sendo que transitam as duas primeiras classificadas de cada série para a disputar a etapa seguinte.
A participar pela 14.ª vez num campeonato do mundo, a melhor classificação de Angola, foi a sexta posição, conquistada em 2022, na Eslovénia. No mundial de 2024, disputado na Macedónia do Norte, Angola, ocupou o décimo oitavo lugar.
O Mundial Sub-20 em femininos é uma das principais plataformas de desenvolvimento do andebol no mundo, para Angola, além da busca por resultados positivos, a competição reforça o processo de formação das atletas e a continuidade do trabalho que conecta as categorias de base à selecção sénior.











